
Quando olho pra dentro de mim.
Vejo que as marcas do passado ainda estão presentes.
Vejo meu rosto por muitas vezes molhado, pelas lágrimas,
Que a vida me fez derramar.
Sinto que muitas e muitas vezes chorei, um choro quase em vão,
Pois os tormentos presentes, nunca me sairam do coração.
O silêncio das palavras me vinha como a melhor coisa a fazer,
As mágoas, os ressentimentos, tudo tentei esquecer,
Mas no murmurio dos dias, parece impossível de ser.
Os problemas vem e vão,
Alguns ficam como um visitante indesejado,
E no tormento de uma noite mal dormida,
Fazem do destino o culpado.
Melhor não olhar com os olhos do coração,
E deixar apenas agir a razão,
Embora muito tenha ficado pra trás,
Muito do que queria que retornasse,
Não voltará jamais.
Letícia Schwambach Gonçalves
Vejo que as marcas do passado ainda estão presentes.
Vejo meu rosto por muitas vezes molhado, pelas lágrimas,
Que a vida me fez derramar.
Sinto que muitas e muitas vezes chorei, um choro quase em vão,
Pois os tormentos presentes, nunca me sairam do coração.
O silêncio das palavras me vinha como a melhor coisa a fazer,
As mágoas, os ressentimentos, tudo tentei esquecer,
Mas no murmurio dos dias, parece impossível de ser.
Os problemas vem e vão,
Alguns ficam como um visitante indesejado,
E no tormento de uma noite mal dormida,
Fazem do destino o culpado.
Melhor não olhar com os olhos do coração,
E deixar apenas agir a razão,
Embora muito tenha ficado pra trás,
Muito do que queria que retornasse,
Não voltará jamais.
Letícia Schwambach Gonçalves






